O entrevistado dessa semana é cheio de características fortes.

Dono de um par de olhos verdes hipnotizantes, pele alva e cabelos cor de fogo (tudo natural, ok?), é impossível não se render aos encantos dele.

Se a gente falar que, além dessa lindeza toda, ele também é um querido, uma pessoa extremamente simpática e acessível, vocês acreditam?

Tenham o prazer, como nós tivemos, de conhecer Alencar Reinhold Bräuer Neto: Modelo. Dançarino. Estudante de atuação. Apaixonado pela arte. Anjo para o Café 3 Corações nas horas vagas.

 

Foto de rapaz ruivo

PAH! SURRA DE BELEZA, BEM NA TUA CARA!

 

Quem é o Alencar Reinhold Bräuer Neto sem mencionar a dança?

Sem a dança o Alencar, hoje em dia, seria um modelo e estudante de atuação. Um apaixonado pela arte.

 

Como foi o seu início nesse meio?

Eu comecei dançar quando tinha onze anos, quando assisti umas meninas do grupo de dança da escola ensaiarem. Fui bem zoado na época por ser o único menino dançando lá no meio das meninas. Mas não me importei e continuei.

 

Foto de homem se alongando na barra

 

Quais foram os principais aprendizados que você levou da Escola Bolshoi?

Trabalhe muito, sue muito! Queira sempre ser melhor do que você foi ontem.

 

Foto de rapaz se alongando na barra

Maestria e disciplina ensinadas no Bolshoi. Lições para a vida.

 

Você morou fora do Brasil por algum tempo. Notou muitas diferenças entre a vida de bailarino aqui e no exterior?

Morar no exterior, por quase dois anos, me fez perceber várias diferenças. Eu sempre fui de trabalhar muito o meu corpo e técnica e sempre me julguei muito. Tentando me enquadrar em certos biotipos ou o ter uma “linha boa”. Percebi que muitos dos bailarinos lá, começaram desde cedo ou, antes mesmo de dançar, faziam ginástica, o que os torna muito bons, com corpos incríveis. Quando cheguei lá, dei de cara com uma “filosofia” completamente diferente. Que meu corpo e minha técnica eram incríveis do jeito que eram, que qualquer coisa que eu fizesse, se fizesse com verdade e acreditando naquilo, estava certo e ótimo! Onde eu dançava havia vários tipos de pessoas e corpos diferentes, cada um com sua qualidade. Pude enxergar minhas próprias. Continuei trabalhando muito, porém acreditando mais em mim e no meu corpo, o que tornou muitas das minhas dificuldades muito mais tranquilas de lidar.

 

Foto de rapaz dançando

Dançarino e artista, indissolúveis um do outro.

 

Quais são as suas dicas para quem sonha em dançar fora do Brasil?

Apareça! Tem vários festivais e seminários de dança pelo Brasil que oferecem bolsas de estudo fora do país. Eu mesmo fui pois ganhei bolsa. Uma experiência incrível!

Foto de dançarino

Elasticidade + Leveza + Precisão. Para poucos.

Quem são as suas principais referências no mundo da dança?

Eu acredito que eu tenho como referências, companhias em que eu já tive a oportunidade de estar inserido, ou fiz alguma aula, ou tive contato em workshops. Algo assim. A Lines Ballet – companhia do Training Program que eu fui nos EUA – é incrível e eu levo como referência pra sempre, tanto no quesito dança quanto na filosofia que eles têm lá e eu me identifiquei muito. A Vim Vigor é uma companhia que eu me identifico porque trabalha muito com ‘Floor work’ que eu amo. Eu tive a oportunidade de dançar uma coreografia criada pelo pessoal da Vim Vigor quando estive na lines, nos EUA. E aqui do Brasil eu tenho como referencia o Balé da Cidade de São Paulo. Acho os trabalhos incríveis, conheço muita gente lá dentro e estou tendo a oportunidade de dançar dois ballets criados por dois bailarinos do balé da cidade, e tem sido fantástico!

 

Além dos palcos, você está em diversas campanhas publicitárias. Como isso aconteceu?

Aconteceu por acaso. Eu tinha recém chegado no Brasil. Eu sou do Sul e vim para São Paulo fazer umas aulas, em uma determinada companhia de dança, para conhecer. Nesses dias em que estive em São Paulo, fui abordado no metrô por causa do meu perfil. Pediram para eu mandar o meu material para eles. Fiz e, logo de cara, peguei minha primeira campanha publicitária! Desde então, eu tenho trabalhado como modelo e feito testes para diversas campanhas.

Viu só, gente! Nunca se sabe quando tu poderá esbarrar com um olheiro!

Por isso, fica a lição: andar sempre bonitinho, com cabelinho penteado e perfume!

Gente cheirosa é amor!

 

Olha ele de anjo, que carinha angelical! *badunts!*

 

Quais são as suas dicas de marketing pessoal para bailarinos?

Rede social é a melhor coisa hoje em dia. Poste muito, venda-se! Seja visto. Eu tenho um website com os meus trabalhos como modelo e bailarino. Sempre que alguém pede pra ver algo que eu tenha feito, eu mando meu website. A sua dança é o seu produto, o que você quer oferecer. Você quer ser pago para dançar, você tem que ser visto dançando. Faça fotos e vídeos bons! E quando eu digo bons, são bons tanto de qualidade de dança, quanto de foto/vídeo. Seja crítico consigo mesmo e poste o que te valoriza.

 

Para finalizar, deixe uma mensagem aos nossos leitores.

Acredite! Sonhe! Mantenha o pensamento positivo naquilo que desejas que bons resultados virão.

 

Foto de rapaz dançando

Poesia do movimento.

 

Alencar, muito obrigada por nos dar o prazer de realizar uma entrevista contigo!
Não é todo mundo que pode dizer que já entrevistou um anjo!
Hahahaha!

 

 Confira o trabalho, dia-a-dia, gostos e particularidades do Alencar em:

 

Foto de rapaz saltando

Dá um pulo nas páginas dele! *badunts*